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NOSSA HISTÓRIA
A Associação Atlética Palmeiras surgiu do ideal de um grupo de jogadores de futebol em construir um complexo de lazer e esportes para servir toda população jauense, o tempo consolidou a proposta e hoje o clube tem como maior patrimônio os mais de 5000 associados que assistem ao longo das décadas seu continuado crescimento.
O ano é 1930. Jaú a exemplo do paÃs sentia seus efeitos do perÃodo marcado pela revolução de 30, que levou Getúlio Vargas ao poder e ao fim de uma economia centralizada na produção cafeeira. O turbilhão de acontecimentos, no entanto, não afetava o desenrolar de fatos corriqueiros na sociedade local. Em 6 de janeiro do mesmo ano, Jaú é surpreendida pela iniciativa de um grupo de jogadores de futebol, que colocam em prática o ideal de montar um grande clube: a Associação Atlética Palmeiras (AAP). O perÃodo da fundação trás à tona nomes dos sócios de honra como do saudoso Aracy Paraguassu Barbosa, Delly César de Azevedo, Antonio Nadaleto, Marcelo Burini, Mauro Bertachini, José Pengo, Alcides Anastácio, Orlando Zafalon, Bady Mussi e Felisberto Rosseto, que se reuniam para os incansáveis bate-bolas na Rua Rui Barbosa. Embora o campo já não exista mais, alguns vestÃgios ainda permanecem servindo de referencial para os jauenses mais jovens e amantes do clube. O local situa-se em frente ao terreno da Maternidade Municipal, hoje o portão da antiga entidade pode ser visto e serve de entrada pra um dos estacionamentos da Fundação Amaral Carvalho (FAC). No inÃcio sem sede própria, o Clube funcionava em espaços alugados ou cedidos pela iniciativa privada, por isso nos primeiros anos houve mudanças constantes. A primeira “Praça Esporte†foi estruturada em 1931, ano em que Pasqual Mônaco compôs o Hino da Associação. A praça esportiva ficava numa travessa próxima ao Hospital Amaral Carvalho, conhecida atualmente por Coronel Ricardo Auler, e manteve-se até o ano de 1937, quando o grupo de jogadores transferiu os treinamentos e o local de jogos para o Estádio do Colégio Municipal. Mais tarde, o local passou a ser conhecido como Colégio São Norberto.
Com o passar do tempo, o grupo de jogadores foi aumentando e com eles o número de vitórias. Os bate-bolas que, no inÃcio, eram disputas informais adquiriram sentido mais profissional. O futebol de várzea e a informalidade deram lugar a campeonatos importantes e a inserção do time na segunda divisão do futebol paulista, onde permaneceu por dois anos. Nesta fase, a AAP conquistou uma vitória memorável sobre o então Palestra Itália (atual Palmeiras), em 1934. Por um placar de 4 a 2, a AAP, que havia sido campeã regional, desbancou o tÃtulo do Palestra Itália, de Campeão Brasileiro. O prestÃgio alcançado pela equipe se reverteu em planos de desenvolvimento para o clube, que em 1960, sob a administração de Orpheu Delfino, inaugura seu estádio próprio. O evento, que contou com a participação da banda marcial do Instituto de Educação “Caetano Lourenço de Camargoâ€, representou muito mais que uma simples conquista, era a realização de um sonho.
O momento marcou a história de crescimento do Palmeiras que, desde então, entrou num processo de expansão adquirindo cada vez mais áreas em torno do estádio. Afinal, nessa altura se fazia necessário à realização de obras de infra-estrutura, incluindo a construção de piscinas, sauna, vestiários, quadra poliesportiva, sala de jogos, campo de bocha e a transferência da sede social, localizada na Rua Major Prado. Uma etapa de desenvolvimento paulatina, envolvendo todas as presidências e diretorias que passaram pelo clube. Dentre elas há que se destacar a atuação de Antonio Fava Sobrinho (1968 a 1981). Os 13 anos à frente da presidência representaram muitas conquistas, como a inauguração da primeira discoteca e das piscinas em 1973. Nesse perÃodo a área do Palmeiras. Foram adquiridos cerca de 5.300 metros quadrados para a realização das obras da construção do escritório e da entrada oficial.
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